Quarta-feira, Junho 22, 2005
Sinagoga de Lisboa
No sábado 18 de Junho eu e os meus colegas visitamos a sinagoga de Lisboa. Logo à entrada fomos confrontados com grandes desafios de segurança, a confirmação da nossa identificação bem como advertência sobre o que não se podia fazer durante o culto. Depois de termos recebido toda a informação necessária, separamos das raparigas por não poderem elas assistir o culto na mesma zona que os homens.
Durante a primeira metade do culto de um pouco menos de quatro horas, foi só a louvar a Deus através da leitura dos salmos. As leituras eram seleccionadas e o louvor era essencialmente bendizer o nome do Senhor. Lembravam a bondade de Deus para com os seus pais, as promessas que Deus os havia feito, a fidelidade de Deus para com eles e o sustento providenciado etc... Foi isso que muito chamou a minha atenção.
A leitura do Torá na segunda parte do culto foi solene, com marchas bem orientadas, leituras e música. Foi o rabi que dirigiu essa fase do culto. No decurso da leitura do Torá ele abençoava as pessoas presentes e estes depois de recebida a bênção cumprimentavam os presentes com muita gentileza.
Um outro pormenor que chamou também a minha atenção foi a solenidade do culto contrastada por uma simplicidade por parte dos que participavam nos actos do culto. Esta atitude pode ser resumida em duas palavras: formalidade/informal, pois era o misto das duas coisas.
A apesar do louvor fiquei muito tempo a pensar se é possível louvar a Deus Pai sem louvar a Cristo a expressão visível do pai que habitou entre os humanos.
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, por isso,
· “Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos.
Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação”.
Durante a primeira metade do culto de um pouco menos de quatro horas, foi só a louvar a Deus através da leitura dos salmos. As leituras eram seleccionadas e o louvor era essencialmente bendizer o nome do Senhor. Lembravam a bondade de Deus para com os seus pais, as promessas que Deus os havia feito, a fidelidade de Deus para com eles e o sustento providenciado etc... Foi isso que muito chamou a minha atenção.
A leitura do Torá na segunda parte do culto foi solene, com marchas bem orientadas, leituras e música. Foi o rabi que dirigiu essa fase do culto. No decurso da leitura do Torá ele abençoava as pessoas presentes e estes depois de recebida a bênção cumprimentavam os presentes com muita gentileza.
Um outro pormenor que chamou também a minha atenção foi a solenidade do culto contrastada por uma simplicidade por parte dos que participavam nos actos do culto. Esta atitude pode ser resumida em duas palavras: formalidade/informal, pois era o misto das duas coisas.
A apesar do louvor fiquei muito tempo a pensar se é possível louvar a Deus Pai sem louvar a Cristo a expressão visível do pai que habitou entre os humanos.
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, por isso,
· “Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos.
Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação”.
Comments:
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Também já fui a uma sinagoga e para nós cristãos penso que é uma oportunidade de "cheirar" algumas das ambiências que Jesus experimentou. Mas a impressão que fiquei na altura é que não há muita Vida nem Luz. Também porque Aquele que tem a Vida e a Luz não tem a preeminência daquele lugar.
"Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens".
"Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens".
Apenas estive uma vez numa sinagoga, aquando da realização das cerimónias fúnebres da mãe de um amigo.
Confesso que as minhas expectativas ficarm um tanto ou quanto goradas. A atitude de mera religiosidade e ritualismo deixaram-me decepcionado.
Confesso que as minhas expectativas ficarm um tanto ou quanto goradas. A atitude de mera religiosidade e ritualismo deixaram-me decepcionado.
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